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RS URGENTE


RS QUER PRENDER O HOMEM QUE PODE SALVAR O PLANETA...

 Ayrton Centeno escreve: Henry Saragih passou por maus bocados em março de 2006, em Porto Alegre. A começar por uma entrevista coletiva onde baixou o Caboclo Paulão e alguns dos perguntadores, possuídos pela Entidade, só faltaram dizer “Mentiu pro tio, contou pro vô? A casa caiu, a cobra fumô!” e bater com o jornal na mesa. Ali mesmo, Saragih foi intimado pela polícia a se apresentar em uma delegacia. Deu explicações durante horas. Acabou indiciado com mais 34 pessoas. Deixou o Rio Grande do Sul com um processo no lombo e sob o ladrar uníssono dos cães de guarda do pensamento único.

 

Independentemente do juízo que cada um possa ter sobre a arremetida, no dia 8 de março de 2006, Dia Internacional da Mulher, de centenas de colonas contra o viveiro da empresa Aracruz, em Barra do Ribeiro – incluindo-se aí quem julga que foi uma grande e necessária façanha até aqueles que trataram o assunto como a versão vegetal do Holocausto, passando por quem avalia que não passou de um singelo tiro no pé – o único crime provado, confesso aliás, de Saragih foi dar declarações favoráveis à razzia contra a transnacional. Talvez amanhã ou depois, não se sabe, o quadro mude e haja uma condenação e a operosa polícia gaúcha possa, enfim, fazê-lo ver o sol nascer quadrado, o que agradaria sobremaneira a singular - no sentido mais preciso de que não é plural - mídia bombachuda.

 

Seria uma cena bastante pitoresca e, mais do isso, paradoxal, de interesse muito além do Mampituba. Sim, porque a História, esta dama volúvel, arrumou outra tarefa para Saragih, bem mais nobre do que aquecer o cimento do Presídio Central. E ela manifestou tal capricho através de um painel de especialistas convocado pelo jornal londrino The Guardian. Pois não é que esta turma apontou Saragih como uma das 50 pessoas que podem salvar o planeta? Santa Monocultura! Por mil eucaliptos! Como é que os ingleses fizeram isso?     

 

 Pois é. Não só fizeram como colocaram o diabo do Saragih acolherado com gente de fino trato, que faria a mídia provinciana escorrer rios de saliva gravata abaixo. Com sua cara redonda e risonha de mexicano escalado para morrer em faroeste gringo, Saraigh aparece lado a lado com o ator Leonardo Di Caprio, o ex-vice presidente norte-americano e Prêmio Nobel da Paz, Al Gore, a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel e o ex-vocalista da banda Midnight Oil, Peter Garrett, hoje ministro do Meio-Ambiente da Austrália, entre outros e outras.

 

Saragih foi escolhido, segundo o jornal britânico, porque, líder de milhões de camponeses indonésios, é o sujeito que está no caminho das grandes companhias que devastam florestas tropicais para produzir óleo de palma. Pondera que Saragih, secretário-geral da Via Campesina – que comanda campanhas pela reforma agrária em 80 países – defende os pequenos agricultores junto às Nações Unidas e à Organização Mundial do Comércio (OMC). O resultado desta luta, diz The Guardian, será responsável pela sobrevivência ou não das florestas no sudeste asiático e, possivelmente, determinará o futuro político de muitos países em desenvolvimento.

 

Na imprensa local, nem um pio, um gemido, um ameaço de vírgula sobre o assunto. Apesar do sabor da pauta, que explicita, de modo brutal, o abismo que separa duas visões dos movimentos sociais, aqui pintados como a décima-primeira praga do Egito e não uma expressão da sociedade civil organizada. Como demonstra, aliás, a rastejante matéria (18/01) de Zero Hora sobre a patética operação de guerra da BM em Pontão, pulsante de desprezo pelos mais fracos e de uma adulação babosa por quem tem o mando e o comando. Quanto à Saragih há duas interpretações para o silêncio. Sob a inspiração de São Francisco, que antecedeu Saragih em alguns séculos na proteção à natureza, fico - mesmo sabendo-a a menos provável - com a mais piedosa delas: a simples, boa e velha ignorância.

Escrito por Marco Weissheimer às 01h13
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MP INVESTIGA FECHAMENTO DE TURMAS EM ESCOLAS

 O Ministério Público do Rio Grande do Sul instaurou inquérito civil público para verificar possíveis prejuízos decorrentes da decisão do governo Yeda de fechar turmas em escolas públicas no Estado. O MP quer averiguar eventual “regressividade no direito à educação de jovens e adultos, em prejuízo de patamar educacional já atingido, situação não compatível com o disposto no Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, e com a própria Constituição Federal”. Diante das notícias de redistribuição de estudantes pela Secretaria Estadual da Educação, que acabaria com 1,3 mil turmas somente em Porto Alegre Capital, juntamente com outras medidas, a promotora de Justiça Míriam Villamil Balestro Floriano, que atua na Especializada de Defesa dos Direitos Humanos, solicitou esclarecimentos à secretária estadual de Educação, Mariza Abreu (foto. A secretária tem um prazo de 15 dias para explicar as razões e demonstrar a necessidade da medida.


O Ministério Público também pediu cópia integral do projeto do “remanejo” anunciado, especificando a situação dos professores e alunos, escola por escola, com abrangência de toda a rede pública do ensino estadual que lida com educação de jovens e adultos. O Governo também deverá explicitar a questão orçamentária associada à proposta de fechamento de turmas e escolas. Segundo anunciou Mariza Abreu, o número de turmas deva ser reduzido já no início do ano letivo de 2008. O processo explicou a secretária, será parecido com o da enturmação realizada no segundo semestre de 2007, quando 1,6 mil turmas foram extintas na rede pública estadual. “Não há falta de professores, mas sim má distribuição deles”, justificou Mariza Abreu. O governo ainda não anunciou quais turmas serão fechadas.

Escrito por Marco Weissheimer às 21h10
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FÓRUM SOCIAL MUNDIAL 2008 NO RS

 No dia 26 de janeiro, sábado, será realizado em várias cidades do mundo o Dia de Mobilização e Ação Global, atividade que marcará a edição deste ano do Fórum Social Mundial. Ao invés de concentrar o FSM em apenas um local ou região, os organizadores decidiram promovê-lo através de manifestações, atos e debates disseminados por todos os continentes. A idéia é promover uma semana de mobilização, culminando com o Dia de Mobilização e Ação Global, em 26 de janeiro. Em Porto Alegre, está sendo convocada uma concentração em frente ao Palácio Piratini, que será seguida por uma caminhada até a Esquina Democrática, no centro da capital. Durante o ato será lançado um manifesto em defesa da volta do Fórum Social Mundial para Porto Alegre, em 2010 (em 2009, o FSM ocorrerá em Belém, Pará). Estaremos divulgando nos próximos dias outras atividades programadas para o 26 de janeiro.

 

Em Pelotas, ocorrerá, de 24 a 26 de janeiro, o Fórum Social das Periferias, com o objetivo de criar uma rede de comunicação global de troca de experiência entre comunidades de regiões periféricas. A programação prevê, para o dia 26, a realização do Fórum On-line das Periferias do Mundo. Através do Fórum Social da Catalunha (Barcelona), está sendo montado um centro de comunicações para conectar as atividades que estarão ocorrendo na França, Espanha e Brasil. Videoconferências, documentários e clipes com os movimentos periféricos de vários países serão transmitidos interativamente entre os países participantes. A internet é a principal ferramenta para a articulação dos participantes do Fórum Social Mundial descentralizado de 2008. Clique AQUI para maiores informações.

Escrito por Marco Weissheimer às 19h36
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O NOVO JEITAÇO DE GOVERNAR

 Charge: Eugênio Neves

Escrito por Marco Weissheimer às 18h51
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CRÔNICA E IMAGENS DE UMA QUASE-TRAGÉDIA

 O fotógrafo Leonardo Melgarejo faz o seguinte relato dos acontecimentos, ontem, no assentamento Nova Sarandi, quando a Secretaria de Segurança Pública do RS mobilizou um aparato de centenas de policiais para executar uma ação de busca e apreensão.


1 - Encontro Estadual do MST se realiza em assentamento muito bem sucedido, área federal desapropriada há cerca de 20 anos e cedida para as famílias ali estabelecidas, que ofereceram seu espaço, suas casas, para os cerca de 1500 participantes do evento.

 

2 - Um juiz estadual determina mandado de busca e apreensão para itens supostamente roubados por algumas pessoas que supostamente estariam participando do Encontro. Os itens incluem um anel de ouro, uma máquina fotográfica, R$ 200, um rádio de carro, entre outros. Merece destaque o fato de que estes itens são apresentados desta forma, que não permite sua identificação. Qualquer anel dourado, qualquer máquina, qualquer conjunto de notas e moedas somando R$ 200 se enquadram no rol de provas a serem buscadas.

  3 - É montado um aparato de busca envolvendo o que se vê nas fotos. O assentamento é cercado. Os assentados são informados, na parte da tarde, que na manhã seguinte será executada a ação.


4 - Os assentados, que convidaram os participantes a se reunirem ali, não aceitam abrir suas casas para uma revista que não daria em nada, pelo absurdo do ato.


5 - Ao amanhecer inicia-se o processo, com divergências entre o comando da Brigada e o comando da Polícia a respeito da necessidade de levar a ação a termo, nos moldes em que ela está se delineando. Com apoio do comando da Polícia, são estabelecidas negociações envolvendo vários interlocutores, que incluem ministros de estado, juízes, ouvidores agrários e diversas articulações para obter manifestação da governadora, que supostamente já haveria dado seu consentimento ao ato. A imprensa internacional anuncia a possível tragédia. A ONU se manifesta pedindo suspensão da ação.

 

6 - Os agricultores se preparam para oferecer resistência, com paus e pedras. A organização dos agricultores consegue conter o nervosismo de todos, a tensão é amenizada com canções. No momento em que o confronto parece inevitável, a negociação evolui para bom termo. Os ônibus são revistados pela polícia, a Brigada Militar não entra na área do assentamento, a ação militar é suspensa, os agentes se retiram,  agricultores retornam às atividades do Encontro.

 

Fotos: Leonardo Melgarejo



Escrito por Marco Weissheimer às 15h26
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CONVITE À MILITÂNCIA



Escrito por Marco Weissheimer às 19h29
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OPERAÇÃO DE GUERRA NA FAZENDA ANONI

 A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul montou uma operação de guerra, nesta quinta-feira, para vistoriar o assentamento Nova Sarandi (antiga Fazenda Anoni), em busca de objetos que, supostamente, teriam sido roubados na Fazenda Coqueiros. A ação mobilizou cerca de 700 agentes da Polícia Civil, Polícia Federal e Brigada Militar. O resultado da operação foi a apreensão de uma foice e de alguns pedaços de madeira. O secretário de Segurança, José Francisco Mallmann (foto), descumpriu o acordo que havia sido firmado entre MST, Polícia Civil, Ouvidoria da Segurança Pública e 2ª Vara Cível da Justiça de Carazinho, que previa a saída dos ônibus do assentamento para vistoria, sem a necessidade da entrada da polícia. Segundo o MST, Mallmann teria colocado o cargo à disposição caso o governo do Estado desistisse de entrar no assentamento com os policiais. Entrou e não achou nada.

Antes dessa decisão, protestou o MST, Mallmann havia se comprometido a retirar a Brigada Militar do local e respeitar as negociações em andamento. Claudir Gaiado, integrante da coordenação estadual do MST e assentado na fazendo há 20 anos, criticou a postura do secretário. “A decisão do secretário de segurança Mallmann demonstra falta de diálogo e intolerância, desrespeitando um acordo firmado entre as partes que evitaria um massacre. Defendemos que ele abandone o cargo por não ter condições de tratar de questões sociais”. O MST realiza no assentamento o 24° Encontro Estadual, com a participação de 1.200 militantes de várias regiões no Estado. A polícia acusou os sem-terra de roubar um rádio de carro, um anel, uma máquina fotográfica e R$ 200,00 da fazenda Coqueiros, durante a ocupação realizada esta semana. Segundo o MST, a acusação é pura perseguição política.



Escrito por Marco Weissheimer às 18h23
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O PENTE E A POLÍTICA

Mino Carta escreve: "José Dirceu é personagem do enredo político brasileiro há quatro décadas e é justo que desperte interesse jornalístico. A revista Piauí entregou à repórter Daniela Pinheiro a tarefa de relatar dias recentes, passados em companhia do ex-ministro e ex-presidente do PT. Das páginas, sai a confirmação de que o retratado é animal político na acepção mais óbvia da expressão, ou mais corriqueira. Um crente nas razões da política (seria com P grande?), a justificar os meios pelo fim. Maquiavel, aquele grande humorista, escreveu a respeito o tratado definitivo. Mas não ousarei dizer que Dirceu é a encarnação do príncipe Valentino. Mesmo porque pergunto aos meus perplexos botões se agiu conforme as razões da política ao se oferecer à pena da repórter da Piauí.


Não me refiro apenas às fraquezas humanas largamente exibidas. Tracejado por Daniela Pinheiro, surge em cena um cidadão determinado, eventualmente frio, vaidoso e razoavelmente provinciano. Ele se acha, diriam meus netos. Formoso, luxuoso, garboso. E sobre o provincianismo direi que cavalheiros do mundo e de fino trato empenham-se obsessivamente para esconder as grifes e jamais extrairiam dos bolsos um pente para usá-lo em público. De mais a mais, um pente verde. Clique AQUI para ler mais.



Escrito por Marco Weissheimer às 00h12
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POLICIAIS DENUNCIAM RISCOS NA OPERAÇÃO GOLFINHO

 Um grupo de brigadianos encaminhou ao deputado estadual Elvino Bohn Gass (PT) uma série de denúncias alertando que os veranistas que passam as férias no Litoral Norte gaúcho estão correndo sérios riscos no mar e na terra. No mar, porque faltam quase 100 salva-vidas e há 69 guaritas vazias. Em terra, porque brigadianos com apenas dois meses de treinamento estão atuando no policiamento de rua, na chamada “Operação Presença”. Segundo os policiais, esta é “a pior Operação Golfinho de todos os tempos”. Normalmente, a Brigada tem uma previsão de utilizar 710 salva-vidas em todo o Litoral Norte. Neste verão, só 620 estão trabalhando, incluindo aí 50 civis contratados em regime temporário. “Para nos deixar ainda mais seguros, fiquei sabendo que o treinamento os salva-vidas, que tradicionalmente começava em novembro, desta vez só inicio na metade de dezembro”, disse Bohn Gass.

 

Além disso, segundo as informações recebidas pelo deputado, os civis contratados temporariamente seguirão em treinamento até janeiro, ou seja, até a metade do veraneio. “Isso tudo em nome de uma economia de alguns reais, ou seja, mais uma vez Yeda faz economia às custas da vida do povo gaúcho”, criticou. As denúncias dos policiais já foram levadas ao comando geral da Brigada Militar. Mas a reação não foi das melhores, lamentou Bohn Gass. “Sabe qual foi a resposta que obtiveram: que soldado que é soldado deve estar sempre preparado. Só faltou explicar como é um PM do interior vai manter seu treinamento em dia, Nem mesmo aqueles que já moram no Litoral têm condições de treinar porque durante o ano atuam no policiamento ou como bombeiros”.

 

Bohn Gass anunciou que vai cobrar medidas imediatas do Comando Geral da Brigada. Há muitos PMs do interior que já atuaram como salva-vidas, mas que não foram chamados para o serviço. “O governo prefere colocar vidas em risco a pagar alguns reais a mais no salário de profissionais experientes”. Para disfarçar a falta de pessoal, denunciou também o deputado, a Operação Golfinho montou um esquema para ludibriar os banhistas. “A guarita que hoje tem salva-vidas, amanhã não tem. E a que ontem estava vazia, hoje aparece guarnecida. Um experiente salva-vidas resumiu assim o problema: “O pior é que a gente sabe que vai morrer gente”.

Escrito por Marco Weissheimer às 17h04
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PECULATO E FORMAÇÃO DE QUADRILHA

  Os deputados estaduais Kalil Sehbe (PDT) e Paulo Brum (PSDB), atual 1° vice-presidente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, foram indiciados pela Polícia Federal, acusados de três crimes: uso de documento falso, peculato e formação de quadrilha. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira pelo superintendente da Polícia Federal no Rio Grande do Sul, delegado Ildo Gasparetto. Os dois deputados foram investigados – e indiciados – pelo esquema de desvio de selos na Assembléia gaúcha. A PF poderá indiciar um terceiro deputado ainda, Nelson Härter (PMDB). Ao prestar depoimento na PF, Härter disse que os selos utilizados em sua campanha eleitoral eram provenientes do Congresso Nacional, do período em que foi deputado federal. A PF solicitou ao Congresso documentos que comprovem (ou não) a versão do parlamentar.



Escrito por Marco Weissheimer às 19h49
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NASCE A RADIOWEB REPÚBLICA

 

Nasceu, na noite deste domingo, a Radioweb República, uma iniciativa dos são-borjenses Cezar Brites e Eduardo Martinez (Carteiro do Poeta) e do itaquiense Fábio Dornelles, estudantes de jornalismo na Unipampa de São Borja, que resolveram pegar carona em um fato histórico desconhecido nas comemorações republicanas. O fato: no dia 13 de janeiro de 1888, o coronel estancieiro mestiço Aparício Mariense da Silva e o autodidata humanista, filho de mascate português com nativa paraguaia, Francisco Gonçalves Miranda propuseram uma Moção Plebiscitária que percorreu câmaras de vereadores e assembléias provinciais até chegar ao congresso nacional da época, propondo um plebiscito pela República. “O que essa gente do fim do mundo, lá na fronteira com a Argentina, pensa que é com essa mania de entrar para a história?”. Eles respondem. Clique AQUI para ver.



Escrito por Marco Weissheimer às 23h14
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